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mariamariaclara241

Calmante Natural → Para [ NERVOSISMO E Angústia ]


de uma olhadinha neste web-site → Pra [ NERVOSISMO E Tristeza ]


A primeira extenso revolução dessa "década miraculosa" da psiquiatria foi a clorpromazina, que pela tua inaudita eficácia no controle das psicoses, ganhou a alcunha de "esvaziadora de hospícios". A história de tua descoberta se deu desta forma: em 1952, um cirurgião francês, Henri Laborit, estava a procura de drogas que diminuissem o choque cirúrgico de seus pacientes (uma mistura que ele denominava de "coquetel lítico").


Em http://www.saudeynewage.com/?s=saude , Deniker e seus colaboradores publicaram os resultados. A corporação americana Smith & Kline, que tinha comprado os direitos da clorpromazina da Rhône-Poulenc, para lançá-la como sedativo e anti-emético, resolveu testar a droga em organizações mentais, com a socorro de Deniker, no mesmo ano. Os resultados considerados "miraculosos" logo foram apresentados na mídia, causando furor.


Pela primeira vez pela história da medicina, tinha sido descoberta uma droga de fato efetiva no tratamento das psicoses. A Food and Drugs Administration (FDA) americana aprovou a comercialização da droga, que passou a ser vendida com o nome comercial de Thorazine (no Brasil, com o nome comercial de Amplictil). Uma década depois, mais de cinquenta milhões de pessoas em o mundo todo tinham sido tratadas com a clorpromazina, e as vendas da Smith & Kline triplicaram. Somente na França, o consumo da droga aumentou de 430 toneladas por ano em 1953, para 2,cinco milhões de toneladas por ano em 1957! http://netparatratandoagora5.qowap.com/19059960/exerc-cio-e-controle-da-alimenta-o-s-o-o-futuro-da-medicina-preventiva-diz-drauzio-varella foi a primeira de uma série de antipsicóticos que revolucionaram a psiquiatria.


Logo em seguida vieram a flufenazina (Moditen, 1956), o haloperidol (Haldol, em 1958). A hipótese predominante é que esses agentes, assim como chamados de neurolépticos ou tranquilizantes maiores, atuam ao nível dos receptores do neurotransmissor dopamina, no cérebro. Paralelamente à descoberta dos primeiros antipsicóticos efetivos, o universo da psicofarmacologia avançava em uma área que, graças aos estresses da existência moderna do pós-batalha, agregava cada vez mais pessoas ao universo da disfunção mental. continue lendo este , a humanidade usa, desde tempos imemoriais, o etanol, na forma das bebidas alcoólicas.


Como medicamento, é ineficiente e tem, como se entende, vários efeitos prejudiciais agudos e crônicos sobre o sistema nervoso. O hidrato de http://netpraaprendendo71.jigsy.com/entries/general/Albrecht-Von-Haller-Opuscula-Pathologica , um hipnótico-sedativo, também foi muito usado desde 1865 para tratar a amargura. Enfim, a começar por 1903 começaram a ser usado os barbitúricos, apesar de não serem ansiolíticos específicos. Estes eram, quase os únicos remédios acessíveis para os médicos na primeira metade do século XX, até a descoberta, em 1954, da primeira "bala mágica" contra a amargura, o clordiazepóxido.


Juntamente com a clorpromazina e a imipramina, formam o "trio" revolucionário da psicofarmacologia da década dos 50s, e que mudaram radicalmente a terapia das doenças mentais. O clordiazepóxido é dá família química dos benzodiazepínicos, e foi descoberto pelo químico polonês-americano Leo Sternbach (1908-), da empresa farmacêutica Hoffmann-La Roche, em 1957, que a lançou no mercado em 1960, com o nome comercial de Librium.


Ele demonstrou ser o ansiolítico que há muito tempo se procurava para substituir os barbitúricos, dado que, além de ser mais específico, tinha superior eficiência, maior inocuidade, menor grau de dependência e menos interações com outros fármacos. http://novidadessobretreinoonline5.blog2learn.com/18508543/nove-rem-dios-caseiros-naturais-pra-combater-a-perda-de-cabelo , o mesmo Sternbach encontra uma nova benzodiazepina, o diazepam, que revelou-se ser até dez vezes mais potente que o clorodiazepóxido e que passou a ser vendido em 1963 com o nome comercial de Valium. este hiperlink , mesmo sendo leigo, precisa perceber esses nomes, que tornaram-se muito difundidos, receitados e muito famosos.



  1. Dois História da Genética Médica 2.1 Século XIX e primeira metade do século XX

  2. onze Ligações externas

  3. Vc http://novidadesjardimeciablog02.blog2learn.com/18508030/card-pio-para-diab-ticos-tipo-1-e-2

  4. Isto é algo que passará por conta própria

  5. Fonte utilizada para compartilhar o tema desta postagem: https://www.dailystrength.org/journals/profissionais-apostam-em-tecnica-de-sucesso


Foi um sucesso ainda maior do que todas as outras drogas juntas. O primeiro remédio especificamente ágil contra as chamadas "doenças afetivas" (como a depressão, a síndrome do pânico, a psicose maníaco-depressiva, etc), foi descoberta por acaso, como costuma acontecer freqüentemente pela farmacologia. O sucesso clínico obtido pelo uso de anti-histamínicos (usados pra tratar alergias), como a clorpromazina, levou a uma pesquisa por substâncias adicionais nesta categoria. Em 1954, o psiquiatra suiço Roland Kuhn, descobriu assim sendo a imipramina (Tofranil), que não tinha os efeitos nocivos da iproniazida (estimulação excessiva, euforia e hepatotoxicidade), e era efetiva em 60% dos casos.


Mais rápido a https://www.dailystrength.org/journals/profissionais-apostam-em-tecnica-de-sucesso colocou a imipramina no mercado, obtendo extenso adesão ao teu uso. Esse grupo de compostos, pela tua suporte química, ficou chamado de antidepressantes tricíclicos e gerou outros compostos amplamente vendidos, como a amitriptlina (Elavil), a clomipramina (Anafranil) e outros. Foram criados também uma categoria derivada, chamada de tetracíclicos, como a mianserina (Bolvidon). Eles funcionam aumentando o nível das monoaminas, como a noradrenalina, a serotonina, etc., por um dispositivo totalmente dos inibidores de MAO. procurar estes tricíclicos e os tetracíclicos inibem sua recaptação pré-sináptica.


Isso funciona da seguinte maneira: depois de liberar o neurotransmissor, como a serotonina pela fenda sináptica, ele é retirado mais rápido por uma captação, de volta, pelo terminal pré-sináptico que o secretou (acesse o diagrama). O efeito é parecido ao de inibir a enzima que quebra o neurotransmissor. Em tão alto grau os inibidores da MAO quanto os tricíclicos tinham duas desvantagens grandes, no entanto: eles provocavam vários efeitos colaterais indesejáveis, e atuavam em inmensuráveis sistemas de neurotransmissores.


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